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Dumuzzi Hosts Monitor e o Rally on Rails

Nos dias 13 e 15 de agosto acontece o Rally on Rails , evento ao estilo Rails Rumble  no qual os participantes tem 48 horas para desenvolver uma aplicação Ruby on Rails completa. A diferença, é que o Rally é somente para desenvolvedores naturais da zona a qual chamam de América Latina, ou sub-américa da América do Norte. Questões politico-sócio-geográficas à parte, o evento é patrocinado por empresas como Github ,  Crowd Interactive e O'Reilly , além de comunidades como  Rails México e Coders Venezuela , entre outras. A lista completa de patrocinadores pode ser vista na página específica no site da competição. A Equipe Cidadelas está cadastrada como a número 57, com o nome Cidadelas Jedis e planejamos desenvolver o  Dumuzzi , um sistema de monitoramento de hosts e serviços, que atuará de forma distribuída, rodando em pelo menos 3 continentes, inicialmente contando com 5 máquinas no Array. O Dumuzzi é a evolução de um antigo protótipo que, inicialmente,...

rake db:migrate - couldn't parse YAML

Colocando um projeto em Rails 3.1 em produção, tive um problema novo, que me custou uma meia hora para resolver:  $ rake db:migrate RAILS_ENV=production  rake aborted!  couldn't parse YAML at line 20 column 16  Tasks: TOP => db:migrate => environment  (See full trace by running task with --trace) Doideira! Nunca tinha visto isso. Numa busca mais ou menos rápida, encontrei  este tópico no StackOverFlow , no qual a resposta do  vicvega  resolveu meu problema. Ele diz para adicionar duas linhas ao config/boot.rb:  require 'yaml'  YAML::ENGINE.yamler= 'syck' Em desenvolvimento não percebi o problema. Então, fiz assim: if ENV['RAILS_ENV'] == 'production'   require 'yaml'   YAML::ENGINE.yamler= 'syck' end E ficou perfeito. Mas há outras causas prováveis para o problema.  As versões em uso:  ruby 1.9.2p180 (2011-02-18 revision 30909) [x86_64-linux]  Rails 3.1.0.rc4  Rake 0.9.2

familiakosh.org

No ar desde 27 de Junho de 2011, o nosso blog da Família foi feito compartilhar nossas aventuras e tudo que for possível postar. Já tínhamos a ideia de fazer um site, mas sabe como é, sempre ficava para depois. Foi assim até que a Antonieta, passou a postar umas notas que ela apelidou de "Proezas da Elisa", o que fez muita gente gostar e sempre acompanhá-las. Estas mesmas pessoas, acabavam sempre  sugerindo e sugerindo que fizéssemos um blog ou um site. Não podíamos mais adiar. Pois é. Ficamos em xeque: Única saída, fazer o site. Considerei utilizar algo pronto, um CMS, Wordpress, mas vi uma boa oportunidade para efetuar testes e tudo mais. Muitas novas tecnologias à explorar dentro de minha própria área de atuação, nas ferramentas que desenvolvo. Assim, usando o Engine da Cidadelas  e feito em Rails 3.1.0-RC4, usando MySQL como banco de dados e rodando no Ruby 1.9.2, implementei em umas horas o site da Família, que pode ser acessado no endereço http://familiakos...